A telescola e as aulas online colocam as crianças muito tempo à frente dos ecrãs, por isso, sugerimos que no Dia Mundial da Criança faça uma atividade diferente: o Origami.

O origami é uma arte secular japonesa que consiste em dobrar o papel, de forma a criar representações de animais ou objetos com as dobras geométricas, sem cortá-lo nem colá-lo. E está lançado o desafio!

O primeiro livro com conjunto de instruções de Origami foi publicado em 1797 e tinha as indicações para dobrar um pássaro sagrado da Índia. Ainda bem que a Didatic, no Atrium Saldanha, dispõe de vários livros que nos ensinam a dobrar papel em várias formas com diferentes cores e padrões para dar asas à imaginação. Consulte o site e todos os exemplares disponíveis.

Para além de ser uma atividade divertida para fazer com os seus filhos, esta arte milenar traz claros benefícios para a saúde, porque é uma prática de combate ao stress, promove a autoestima e trabalha a concentração das crianças. Conseguimos nomear outras vantagens desta prática:  

  • Ajuda a desenvolver a coordenação e a motricidade fina; 
  • Estimula a concentração, porque exige que a criança se mantenha concentrada por um período de tempo na mesma atividade;
  • Exercita a memória: a primeira vez que a criança faz uma figura em origami vai necessitar de seguir à risca as instruções, mas nas vezes seguintes ao tentar fazer a mesma figura sozinha, estará a treinar a memória;
  • Desenvolve a paciência: nem sempre as crianças vão conseguir à primeira fazer a figura que pretendem, é preciso que sejam persistentes e pacientes para conseguir o objetivo final;
  • Promove a satisfação emocional, porque a criança fica contente por conseguir construir algo com as suas mãos;
  • Estimula a imaginação: é possível que a criança crie as suas próprias figuras em papel, promovendo a sua imaginação e criatividade;
  • Promove a aprendizagem, uma vez que ajuda as crianças a compreendam conceitos espaciais como acima, abaixo, para frente, para trás, e desenvolve o pensamento lógico e matemático.

Agora o que lhe falta? Mãos à obra!